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A fábula do GPS – Capítulo II

Abrindo a caixa, a primeira reação: o bicho é lindo. Isso não dá para negar. Tira o bicho de cima para abrir o compartimento onde vem as tralhas dele. Tira tudo de dentro e não acha o cartão microSD que traria os tais mapas. Veio um CD com os softwares para instalar no PC e um DVD cheio de mapas. Veio também fone, carregador para auto, carregador normal, bateria e o chip da VIVO-MORTO com um bonequinho de brinde para pendurar. ROXO. Que é lógico que continuou onde ele veio: dentro do blister.

Começa a aventura! Abrir a tampa do STUPIDphone (sim, porque devido a dificuldade para se fazer qualquer coisa em um aparelho da NOKIA, de SMART não tem absolutamente NADA): Só consegui depois de algum tempo, quando resolvi tentar apertando com uma moeda. Muito duro, não dá para pressionar com o dedo, a não ser que você seja o Clark Kent ou a Mulher Biônica.

Segunda etapa do sofrimento: colocar o chip da VIVO-MORTO. Abrir a trava do local onde se coloca o chip é tão ou mais fácil que abrir a tampa. Consegui soltar a trava usando uma tesoura!

Terceira etapa: xingar todas as gerações dos donos da NOKIA e jurar que esse foi o 1° e será e último NOKIA que você teve e já se arrependeu.

Quarta etapa: pegar o carro, na hora do rush, e ir ao Shopping Tijuca (na loja da VIVO-MORTO) para passarem a linha para você, antes que você jogue o seu novo aparelho na parede, ou, pior ainda: no chão e pise em cima dele. Ou decida que passar a roda do carro será mais eficiente.

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