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Campanha InSUBs - Queremos cultura!

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Iuhu! Fresquinho, acabou de sair do forno! Acabei de receber pelo Twitter!

YAY! I did it! Finally!

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I'm not that stupid!

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Hoje, recebi o meu 1° presente de aniversário adiantado.

Uma previsão por mim feita finalmente se concretizou. Basta lembrar-se do seguinte: a gente só colhe o que a gente planta. E dependendo do caso, com juros e correção. Simples assim.

P.S. Eu até ia colocar o link do meu digníssimo presente, mas, por motívos óbvios, não vou. Mas acho que posso dizer que está tudo em "família"... E publicado no jornal A GAZETA (ES) de ontem.

Tudo na vida tem utilidade

Tudo mesmo. As alegrias e as decepções. Conhecem aquele ditado “Há males que vêm para o bem.”? Podes crer. O Orkut pode até não ter a classificação dos desafetos, mas tem muitas coisas úteis... E depois, é como eu sempre digo: esse mundo dá muitas voltas e já não é à toa que ele é redondo. Além disso, dor de barriga não dá uma vez só. Tudo em seu tempo...

Contribuição de um leitor

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Meu último post sobre o desatre aéreo parece que tocou as pessoas.

Acabei de receber por e-mail uma contribuição de um leitor de Fortaleza-CE que me enviou o texto a seguir, direto para o e-mail de contato do blog.
Hugo Eduardo, obrigada pela contribuição. Realmente esse texto diz tudo e dispensa maiores comentários.

Ao final do texto, estou disponibilizando dois arquivos PDF que montei sobre os dois aviões. Quem quiser salvar, já sabe: botão direito + salvar destino como. Espero que gostem.

"O vôo do jornalista

Prezado jornalista Joe Sharkey:

Tenho lido o que você fala e escreve desde que se envolveu no triste desastre aéreo amplamente noticiado.
Tenho lido e não tenho gostado.

Resumo dos fatos: o avião em que você viajava colidiu com um Boeing 737, que caiu na selva, interrompendo a vida de 154 seres humanos produtivos e inocentes em sua maioria, gente de alta qualificação técnica e humana, o que agrava a perda e a estende a toda a sociedade brasileira.

O seu avião, produzido no Brasil, resistiu ao impacto e aterrizou numa base da Força Aérea Brasileira, na qual - até onde se sabe - você e os demais sobreviventes foram acolhidos, assistidos, bem tratados e respeitados.

Tiveram que depor perante a polícia e a aeronáutica, talvez mais de uma vez. Nada mais natural. Não há notícias de que você tenha sido ofendido, pressionado ou desrespeitado.

Sua primeira preocupação, após ser liberado, foi voltar aos Estados Unidos. Você sabia que, em casa, poderia desempenhar o seu papel: contar aos conterrâneos a sua aventura na selva. Dar a sua versão dos fatos - precipitada, supérflua e desprovida de fundamento técnico. Compartilhar o cinismo simplista do cidadão ignaro, sugerindo que os pobres pilotos do primeiro mundo estariam nas mãos sujas da polícia cucaracha.

Construiu uma imagem dos pilotos como se eles fossem presos políticos numa republiqueta da América do Sul, sujeitos a prisões fétidas e dependentes de um expresso da meia-noite que os salvasse da selvageria.

Gostaria de imaginar que você não está faturando com o episódio. Gostaria de saber que você não está cobrando para dar entrevistas, não pôs a venda a sua história e não pretende publicar um livro.

Como você mesmo disse, você está tendo os seus 'quinze minutos de fama'. Vende uma história facilmente digerível ao americano comum, cheia de insinuações de tortura, atos de bravura à lá Indiana Jones e suspense policial. Tratou rapidamente de inocentar os pilotos americanos e acusar a ineficiência dos radares brasileiros.

Temos nossos graves defeitos, Joe. Nossas cadeias são fétidas, nossa polícia é ineficiente e nossa distribuição de renda é inumana. Nossa sociedade é quase tão injusta quanto a sua. Nosso presidente, quase tão ruim quanto o seu. Mas, entre nossos defeitos, não está o de maltratar os estrangeiros.

Seria mais útil e honrado de sua parte contar um pouco das vidas que se perderam na tragédia. Contar que, no vôo 1907, estavam cientistas e voluntários brasileiros que defendiam a preservação da Amazônia. Gente que lutava contra a prostituição infantil, professores, estudantes de medicina, crianças. Contar sobre o antropólogo estrangeiro, casado com uma brasileira, que trabalhava com comunidades indígenas. Poderia até contar a história do cidadão norte-americano que viajava sobre a selva.

Poderia ter ficado aqui e narrado ao seu público o tratamento que a empresa Gol está dando à tragédia, um exemplo de postura que eu nunca tinha visto em situações semelhantes, aqui ou no "primeiro mundo".

Poderia ter descrito o trabalho sobre-humano dos valentes "marines" brasileiros, que até hoje estão enfrentando corajosamente a violenta mata amazônica na busca de sobreviventes e, na sua inexistência, na remoção dos corpos, enfrentando um inferno que nunca será suficientemente descrito.

Poderia ter se contido no julgamento dos culpados. Nem você, Joe, sabe quem são eles. E não estou condenando os pilotos. Não incorrerei no seu erro. Pelo contrário: eles têm a minha solidariedade pois, ainda que tenham tido a maior fatia de culpa, certamente não tiveram a intenção. Eles também são vítimas desse desastre, como o cidadão honesto e trabalhador que, distraído, cruza um sinal vermelho e causa a morte de inocentes.

Os fatos têm que ser apurados. Pilotos, fabricantes das aeronaves, companhias aéreas, fabricante do transponder, controle de tráfego aéreo. Temos que aprender com a tragédia e evitar que outras semelhantes ocorram. Em respeito às vítimas do 1907.

Os culpados têm que ser punidos, independentemente de sua intenção. Deus queira que não sejam os pilotos, porque nenhum cidadão da Terra merece carregar esse peso para o resto da vida.

Quanto a você, Joe, perdeu uma grande oportunidade de ser útil à humanidade. De fazer valer a vontade divina de salvar a sua vida. De escrever seu nome na história do jornalismo. De ter um pouco mais do que seus 'quinze minutos de fama'.

Gustavo Lessa Neto

Advogado brasileiro"

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Próxima Geração do Boing 737

Interior do Legacy 600

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Semana passada eu decidi voltar a usar um amuleto de proteção, porque até na faculdade puxaram meu tapete. Mas é como eu sempre digo:

1. Você pode enganar TODAS as pessoas por ALGUM tempo;
2. Você pode enganar UMA PESSOA por TODO O TEMPO;
3. Porém, você NÃO PODE ENGANAR TODAS AS PESSOAS POR TODO O TEMPO.

E assim aconteceu, a máscara caiu. Se está querendo uma muleta para se encostar, que vá comprar uma então. Justamente quando fiquei uma semana de cama com 39°C de febre, fico sabendo logo depois que falou de mim pelas costas. Fiquei sabendo que essa criatura que se dizia amiga andou falando que eu era muito desorganizada, que começava um monte de trabalhos ao mesmo tempo e depois ficava me descabelando para terminar e apresentar/entregá-los. Nem a criatura sabendo que eu não sou desocupada (COMO ELA), que tenho uma vida além da faculdade, que tenho RESPONSABILIDADES, ainda assim mete a língua em mim. Mas o principal, ou seja, o segredo daquele modelo de 'organização' que ela se julga ela não contou:

1. Papai chofer para levar para a faculdade;
2. Titia para comprar material de fazer os trabalhinhos dela;
3. Mamãe para fazer os trabalhinhos dela por ela. E enquanto isso ela fica fazendo uma coisa móóóito mais importante e útil, que vai contribuir muito mais para seu intelecto: passar as tardes batendo papo no Messenger.

Vida dura essa, não? Que exemplo de organização! E mesmo com uma equipe inteira para fazer tudo por ela, ela ainda não entrega no prazo e entrega trabalho feito de maneira errada!

Já eu, com toda essa minha 'desorganização' e 'descabelamento', entrego no prazo; SOU EU QUE FAÇO OS MEUS TRABALHOS; e ainda tenho mil outras coisas para fazer como supermercado; levar carro para vistoria; levar carro para a revisão e depois buscar; pai e mãe no médico; etc. É claro que eu tenho que me descabelar, ora! Afinal, ainda não consegui aprender a ser onipresente, porra!

Ah, sim, já ia esquecendo de comentar sobre mais uma peculiaridade. A citada personagem, além de se achar 'organizadíssima', também "se acha". Acho que nem preciso dizer o quê. O termo 'narcisismo' lhe diz alguma coisa? Pois é, pode parecer inacreditável, mas a criatura se acha simplesmente irresistível, para ela todo mundo cai de quatro por ela. E pode incluir os professores no pacote. TODOS. Isso é o que eu chamo de "abusar do direito de ser SEM LOÇÃO".

Outra situação: Véspera da prova de computação gráfica. O professor deu um exercício para fazer em casa e entregar a ele em CD valendo dois pontos, para ajudar na nota da prova. Um colega meu que é um santo (não é força de expressão, pois até nome de santo ele tem. Que Deus o abençoe e lhe dê cada vez mais paciência.), e tem uma paciência de Jó, se oferece para explicar a essa criatura como fazer o exercício. Explica tudo detalhadamente e bem devagar para que ela entenda (doce ilusão...), e, ao final, pergunta se ela entendeu. Ao que ela responde que sim. Ele pede a ela que, então, o faça naquele momento para ele ver que ela entendeu mesmo e se entendeu. A criatura responde:

- Ah, mas eu não sei fazer.

Só digo uma coisa, a criatura conseguiu tirar o cara do sério, e olha que para conseguir isso não é nada fácil porque o cara é todo zen. Se ela não entendeu, pra que disse que entendeu? Eu mesma respondo: porque a jogada dela é exatamente essa: fazer a vítima se cansar, perder a paciência e dizer o que ela quer ouvir: "porra, então me dá aqui que eu mesmo faço!". Simples assim. Ela quer somente que os outros façam tudo pra ela. "Só" isso. Quanta "organização"... Benza Deus! Não tem mesmo um pingo de 'Loção'.

Isso sem mencionar que ela ligou umas trocentas vezes para ele perguntando como se fazia um mesmo trabalho, e ele, na maior boa vontade e com a maior paciência, explicou a mesma coisa todas as trocentas vezes. Essa semana eu testemunhei a apresentação (depois do prazo) do famigerado trabalho ao professor. Ainda assim, com a mesma explicação dada trocentas vezes "ela" fez errado!

É por coisas como essa que podemos ver em que nível anda o ensino no Brazil (é com Z mesmo, foi proposital). Primeiro inventaram o tal do provão, que depois mudou de nome para ENEM. Outro dia perguntei ao It o que significava essa sigla. Ele, também de uma geração anterior, não sabia. Na mesma hora criei um significado que caiu como uma luva, e com o qual It também caiu - só que na gargalhada:

- ENEM deve ser abreviação de "Ê, NEM assim..."

Se tivesse que ter feito vestibular como eu há anos atrás, não ia conseguir nem entrar. Nem mesmo na Estácio!

Mas, analisando friamente o caso, decifrei o significado do infeliz comentário: DESPEITO. Por causa dessa criatura fiquei em prova final em uma matéria também. Disse ela que falou com o professor na véspera do dia que seria a prova e que o mesmo disse que deixaria, então, a prova para a semana seguinte e que daria mais matéria. Quando eu cheguei lá (eu e mais outras pessoas que estavam pensando que não teria a tal prova), deparo-me com a metade da turma dentro de sala fazendo prova. Detalhe: essa metade ganhou um ponto de graça e teve direito a consulta. Quem fosse fazer a prova na semana seguinte (o meu caso) teria direito a PN! Eu, que já estava precisando de ponto, me ferrei. Graças única e exclusivamente a ela. Mas não há de ser nada, pois esse mundo dá muita volta e já não é à toa que ele é redondo.
Sou sempre muito legal com todo mundo, mas não menospreze a minha inteligência porque vai pisar em terreno minado.

E o pior é que a personagem em questão não se manca, fica se fazendo de desentendida. Mais dia, menos dia, o momento da lavanderia (lavar a roupa suja) chegará.

É como eu sempre digo: Quem diz o que quer, acaba ouvindo o que não quer.

E tenho dito.

Brida Where?



Blá, blá, blá...


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On-line desde 22 de julho de 2002



A vida como ela é: BIZARRA! - MoFuse




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Brida Who?


Importante

As estórias, histórias e elucubrações aqui publicadas são baseadas em fatos e personagens reais. Qualquer semelhança pode ser mera coincidência. Ou não.

Quem sou eu?

Carioca, pisciana, com ascendente em sagitário e Lua em escorpião. Procuro levar a vida da forma mais descontraída possível, fazendo sempre piadas sobre tudo. Claro que nem sempre a situação permite, mas a gente improvisa, ora!

BRIDA
Substantivo feminino

1. Concernente à amizade e união de várias pessoas
2. Que se faz notar pelo refinamento das maneiras e pela pureza do caráter
2.2 Dotada de magnanimidade; nobre, generosa, liberal
3. Que demonstra seu valor pessoal em grandes feitos
3.1 Dotada de valentia; briosa
4. Que se caracteriza pela harmonia; elegante
5. Pessoa aversa a histriões e afins
Por Menino Felipe


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